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08.Fev - Ano Mariano
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Ano Mariano

Em outubro de 1717, nas águas do Rio Paraíba do Sul, três pescadores retiraram de suas redes a imagem de Nossa Senhora. O que parecia uma pesca improdutiva se tornou, após o achado, uma abundante pescaria. Ali nascia uma história de amor e devoção por Nossa Senhora Aparecida. Em 2017 comemora-se 300 anos desse achado dos três homens. Três séculos em que a padroeira se tornou fundamental na vida da Igreja no Brasil. Foi pensando nisso que a CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil instituiu o próximo ano como sendo o “Ano Mariano”.  


 


Mensagem à Igreja Católica no Brasil - CNBB




Ano Nacional Mariano




A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, em comemoração aos 300 anos do encontro da Imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, nas águas do rio Paraíba do Sul, instituiu o Ano Nacional Mariano, a iniciar-se aos 12 de outubro de 2016, concluindo-se aos 11 de outubro de 2017, para celebrar, fazer memória e agradecer.


Como no episódio da pesca milagrosa narrada pelos Evangelhos, também os nossos pescadores passaram pela experiência do insucesso. Mas, também eles, perseverando em seu trabalho, receberam um dom muito maior do que poderiam esperar: “Deus ofereceu ao Brasil a sua própria Mãe”. Tendo acolhido o sinal que Deus lhes tinha dado, os pescadores tornam-se missionários, partilhando com os vizinhos a graça recebida. Trata-se de uma lição sobre a missão da Igreja no mundo: “O resultado do trabalho pastoral não se assenta na riqueza dos recursos, mas na criatividade do amor” (Papa Francisco).


A celebração dos 300 anos é uma grande ação de graças. Todas as dioceses do Brasil, desde 2014, se preparam, recebendo a visita da imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida, que percorre cidades e periferias, lembrando aos pobres e abandonados que eles são os prediletos do coração misericordioso de Deus.


O Ano Mariano vai, certamente, fazer crescer ainda mais o fervor desta devoção e da alegria em fazer tudo o que Ele disser (cf. Jo 2,5).


Todas as famílias e comunidades são convidadas a participar intensamente desse Ano Mariano.


A companhia e a proteção maternal de Nossa Senhora Aparecida nos ajude a progredir como discípulas e discípulos, missionárias e missionários de Cristo!


 


Dom Sergio da Rocha – Arcebispo de Brasília/DF - Presidente CNBB
Dom Leonardo Ulrich Steiner - Bispo Auxiliar de Brasília/DF - Secretário Geral da CNBB
Dom Murilo S.R. Krieger – Arcebispo de S. Salvador da Bahia – BA – Vice-presidente CNBB


 


Lema escolhido: “Fazei tudo que ele vos disser” Jo 2,5


Através da 41ª Assembleia Diocesana de Pastoral, a Diocese de Joinville escolheu em votação o lema para o Ano Mariano em nível diocesano. Com ampla maioria de votos, os presentes na assembleia escolheram o lema: “Fazei tudo que ele vos disser”, assim como Maria disse aos presentes nas Bodas de Caná, em passagem bíblica.


 


Orientações Diocesanas




Lema: “Fazei tudo o que Ele vos disser”. (Jo 2,5);


 


- Início: 12 de outubro de 2016, com celebração de abertura em todas as paróquias da diocese;


- Missa Diocesana: 8 de dezembro de 2016 – Festa da Imaculada Conceição –  às 19h30 na Catedral. (Nesse dia serão entregues seis réplicas da Imagem de Nossa Senhora Aparecida, uma por comarca, para peregrinação nas paróquias, em todas as comunidades e outros locais que o conselho paroquial definir);


- Elaboração de cartilha de animação para o Ano Mariano em nível diocesano;


- Concentração Mariana da Catequese em nível diocesano – 28 de maio de 2017;


- As comarcas devem organizar as datas para a permanência da Imagem de Nossa Senhora Aparecida nas paróquias;


- Realizar estudos sobre Mariologia em nível comarcal;


- Realizar um Tríduo ou Novena em preparação aos 100 anos de N. S. de Fátima (13/05/2017) e 300 anos de N. S. Aparecida (12/10/2017) em nível paroquial;


- Dar atenção especial às celebrações litúrgicas das Festas Marianas;


- Realizar celebrações e festividades solenes nas festas paroquiais e comunitárias que tenham como padroeira Nossa Senhora;


- Dar aos eventos diocesanos, comarcais, paroquiais e comunitários uma tonalidade mariana;


- Aproveitar a devoção popular Mariana para a evangelização da Igreja Diocesana: intensificar a Oração do Terço e do Santo Rosário (em família, na comunidade), novenas, procissões marianas, coroação da Imagem de Nossa Senhora, entre outras;


- Realizar missões populares aproveitando esse tempo de graça;


- Promover estudos e encontro de espiritualidade Mariana nas paróquias e comunidades;


- Motivar a Peregrinação durante o ano para o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida do Norte/SP; no Santuário Nossa Senhora Aparecida em Mafra/SC; outras igrejas dedicadas a Nossa Senhora na diocese, entre outros;


- Encerramento: 11 ou 12 de outubro de 2017, em nível paroquial.  


 


Peregrinação da réplica da imagem de Nossa Senhora Aparecida




Em 2014 e 2015 uma réplica da imagem de Nossa Senhora Aparecida peregrinou nas paróquias da Diocese de Joinville. A imagem, pertencente ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida em Aparecida/SP, foi devolvida no início de 2016. Em julho de 2016 ela voltou para a Joinville, dessa vez como um presente do Santuário à Diocese de Joinville. Em comemoração ao Ano Mariano, a imagem está percorrendo mais uma vez toda a diocese. Além disso, foi decidido na 41ª Assembleia Diocesana que o local no qual a réplica ficará exposta após o período de peregrinação será o Santuário Nossa Senhora Aparecida em Mafra/SC. Ficou definido também que cada comarca receberá uma réplica para que as paróquias possam ficar mais tempo na presença das imagens.


 


100 anos das aparições de Nossa Senhora de Fátima




 


Além do Jubileu de 300 anos de Nossa Senhora Aparecida, em 2017 serão comemorados os 100 anos das aparições de Nossa Senhora de Fátima em Portugal. Foram sete aparições de Nossa Senhora para as crianças Lucia de Jesus Santos e seus primos, Francisco Martos e Jacinta Martos, sempre no dia 13 de cada mês. A primeira foi no dia 13 de maio. A pequena Lucia via e conversava com Nossa Senhora. Francisco apenas via e não ouvia os diálogos. Jacinta via e ouvia, mas não falou com Nossa Senhora. 


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