NOTÍCIAS
Artigos e Formações
17.Abr - Dom Gregório Warmeling, 100 anos de história
Aumentar Fonte +
Diminuir Fonte -
Dom Gregório Warmeling, 100 anos de história

Por:
Pe. Adenir José Ronchi  - Pároco da Catedral e Vigário Geral da Diocese de Joinville. 


“Diga aos padres, aos religiosos, aos leigos que vale a pena servir a Cristo!, mas que o façam inteiramente, na transparência de Deus”.


Dom Gregório Warmeling, 100 anos de história 


Nossa eterna gratidão ao grande bispo diocesano, que, por 37 anos esteve em Joinville, Dom Gregório Warmeling, “Um bispo original”. 


Nasceu em 17 de abril de 1918, filho de Henrique Warmeling e Rosa Wessler. Dom Gregório nunca teve vergonha de suas origens, essa simples e humilde, mas presente e marcante em sua vida, vocação e ministério. Homem da esperança, da fidelidade, da caridade, persistente, determinado, pontual, amigo, alegre, sentimental, humano, sem ser humanista, ministro da acolhida e do perdão. 


Bispo do Concílio Vaticano ll, Igreja em saída toda ministerial, falava a linguagem do povo, vida espiritual, pastor zeloso, pessoa muito jovial e otimista. Valorizava de modo marcante a oração. Nas missas dos Santos Óleos recomendava aos sacerdotes “rezem e rezem muito, somente de joelhos a pessoa é grande diante de Deus”.  Somos muito gratos a Dom Gregório pelo testemunho de vida e pela herança valiosa de projetos que deixou na Diocese de Joinville. 


Quando alguém perguntava: como vai Dom Gregório? Ele respondia: eu estou bem, faltam recursos para ir mal. Em outras palavras, quem confia em Deus, quem quer configurar-se a Cristo, não pode reclamar, precisa seguir as pegadas de seu Redentor. Isso deixa bem claro no seu lema episcopal “Para mim, viver é Cristo”. 


Quando se dirigia aos catequistas insistia em dizer: catequistas apresentem Jesus Cristo, não só com Palavras, mas com o testemunho de vida. Dom Gregório dizia: A Igreja no Novo testamento é ministerial, isto é, todos os leigos e leigas adquirem pelo batismo o direito e o dever de seu agente efetivo. Em sua comunidade, os católicos devem aprender a pensar com a própria cabeça e a andar com os próprios pés. Ele sabia que a Igreja precisava mudar e permitiu, dentro dos limites do bom senso, a abertura ao diálogo, ecumenismo e de generosa visão humanística. Foi enérgico ao cobrar responsabilidades e manter a hierarquia e os cânones da Igreja.  


“Joinville não falha” era esse seu modo de amar a cidade e a diocese. O apelo constante que milhares de católicos e não católicos ouviram, em busca da mobilização e da autoestima, para que erguesse a nova catedral. 


E hoje, estamos colhendo os frutos plantados num esforço conjunto de todos nós. Igreja viva, alegre do encontro em saída. 


Fonte: Pe. Adenir José Ronchi

Indique a um amigo
 
 
  • Rua Jaguaruna, 147 - Centro - Joinville/SC

  • 47 3451-3700

  • midiasocial@diocesejoinville.com.br

  • Acessar o Webmail

  • Copyright © 2018 Diocese de Joinville. Todos os direitos reservados.