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11.Out - Governo brasileiro chega a Roma para a canonização da Irmã Dulce e para o Sínodo
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O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, chegou a Roma na tarde desta sexta-feira, dia 11 de outubro, para acompanhar a canonização da primeira santa nascida no Brasil, a beata Irmã Dulce. Ele também vai se encontrar com o secretário de Estado da Santa Sé, cardeal Pietro Parolin, e com o secretário das Relações com os Estados, arcebispo Paul Richard Gallagher, para falar sobre o Sínodo para Amazônia, evento que começou esta semana no Vaticano e dura três semanas.

Em conversa como os jornalistas assim que chegou à Cidade Eterna, Mourão afirmou que a canonização da Irmã Dulce é um grande acontecimento, porque a futura santa brasileira é um exemplo de doação da própria vida àqueles que mais precisam. Sobre as obras de caridade deixadas por Irmã Dulce, o vice-presidente disse que o governo federal vai continuar fazendo os aportes que vem sendo feitos e que, na medida do possível, haverá ampliação dos investimentos no futuro.

Mourão também afirmou que marcou uma reunião com representantes do Vaticano para trazer a palavra do governo brasileiro sobre a Amazônia: “Entendemos que o Sínodo trata de questões religiosas, sobre como a Igreja pode chegar ao povo daquela região. Em termos de preservação da floresta, queremos deixar a mensagem de que a Amazônia brasileira é do Brasil. Cabe ao governo preservá-la e protegê-la. Há muitos equívocos na divulgação sobre o desmatamento da floresta. Não queremos ser colocados como vilões, exterminadores de índios ou donos das motosserras. É uma mensagem sucinta e forte”, explicou.

Quando questionado se o governo vê o Papa como inimigo, por fazer um evento que expõe os problemas da Amazônia para o mundo, o vice-presidente foi enfático em dizer que não: “Sabemos que o Sínodo foi organizado há muito tempo. Eu sou filho de uma amazônida, morei cinco anos na região, sei como a Amazônia chama a atenção de todos. O governo em nenhum momento pode olhar a Igreja ou o Papa como inimigos. A Igreja faz parte expressiva da formação da nacionalidade brasileira”.

Sobre a questão das demarcações de terras indígenas, Mourão explicou que 14% do território brasileiro é ocupado por essas terras, para um número de indígenas não tão expressivo. Segundo ele, o governo pretende preservar o que já está demarcado e não criar novos territórios indígenas.

Depois dos compromissos com a Igreja, o vice-presidente da República também vai se encontrar com autoridades políticas italianas e com empresários. Ele volta ao Brasil na terça-feira.


Fonte: Manuela Castro – Cidade do Vaticano

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