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21.Out - Pastoral Urbana foi tema do Curso de Formação para Padres
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Nos dias 15 e 16 de setembro, os padres da Diocese de Joinville participaram do Curso de Formação para Padres, assessorado pelo Pe. Ari Antônio dos Reis, de Passo Fundo/RS. O evento aconteceu no Centro de Formação Monsenhor Sebastião Scarzello, no bairro Vila Nova, em Joinville. O tema abordado foi a Pastoral Urbana que discute a necessidade de a igreja ir ao encontro da população que mora nas cidades. O assunto também foi trabalhado na 44ª Assembleia Diocesana de Pastoral, no mês de setembro, pelo padre Vânio da Silva, da Arquidiocese de Florianópolis, que estudou a articulação e trabalho da pastoral durante visitas à Argentina.


Padre Ari Antônio dos Reis, de Passo Fundo/RS.

O curso tratou do chamado êxodo rural, onde a população do campo tem cada vez mais migrado para as cidades em busca de melhores condições de vida. Hoje 84% dos brasileiros vivem na área urbana, segundo dados do Censo 2010 do IBGE. E no mundo das cidades existe muito mais pluralidade, liberdade e opções (inclusive religiosa). No sítio, todos se conhecem e há um maior controle, mas na cidade não. As possibilidades que existem no meio urbano também podem levar a perca de alguns valores e a solidão.

Padres assistindo a assessoria sobre Pastoral Urbana

A ideia da Pastoral Urbana é chegar nas pessoas da cidade que estão distantes da igreja e não esperar que elas venham até si. O Pe. Dulcio de Araújo, pároco da paróquia São Francisco de Assis, do bairro Adhemar Garcia, participou da formação e explica que a igreja precisa ir até onde as pessoas estão. “Jesus Cristo ia de cidade em cidade, de aldeia em aldeia, de casa em casa, na casa de pecadores. Assim como Jesus fazia visitas na cidade, é importante, como igreja, a gente ir ao encontro. ”

A Pastoral Urbana também trata da necessidade de haver um espírito de acolhimento e solidariedade nas comunidades, para ajudar diante dos sofrimentos causados pelas cidades, como a solidão, o abandono, a miséria, as drogas, a depressão.  “Precisamos ser uma igreja samaritana, que acolhe os sofredores, que seja sensível para aqueles que estão sofrendo”, comenta o padre Dulcio.

Fonte: Viviane Antunes/ Comunicação

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