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27.Nov - Sustentabilidade foi tema de palestra da Pastoral da Criança
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A Cúria Diocesana de Joinville recebeu nessa terça-feira, dia 26 de novembro, uma palestra sobre sustentabilidade, promovida pela Pastoral da Criança. Quem veio trabalhar o tema foi Arthur Rancatti, da Rastro Sustentabilidade. O palestrante trouxe dados e reflexões importantes sobre a produção de lixo e segurança alimentar. 

Por ano, se produz cerca de 1,84 bilhões de toneladas de lixo em todo o mundo. O brasileiro, gera em média 1 quilo de lixo diariamente, que nem sempre é descartado de maneira adequada. Muitos materiais acabam parando em lixões a céu aberto ou nos oceanos. Hoje se estima que há uma tonelada de plástico para cada 5 toneladas de peixe. A expectativa, é que em 2050, a proporção de lixo se iguale a de peixes. Além disso, um estudo do Imperial College London e da Organização para a Pesquisa Industrial e Científica da Comunidade da Austrália (CSIRO) concluiu que cerca de 90% das aves marinhas têm plástico em seu organismo.


O palestrante trouxe essas informações estabelecendo uma relação com o hábito de compra. “Quanto mais a gente consome, mais lixo a gente produz”, apontou Rancatti comentando sobre a influência da publicidade, que gera um estado de insatisfação na sociedade. “A gente busca no consumo aquilo que a gente nunca vai ter ou ser.” Por isso, Rancatti destacou a importância da reciclagem, que além de reaproveitar um material é também uma possibilidade de geração de renda, evitando assim a poluição do meio ambiente e o aumento dos aterros sanitários - que apesar de serem o destino ideal para materiais não reciclados, causam desmatamento. O palestrante também lembrou que 40% do lixo de casa é compostável, ou seja, pode ser enterrado e transformado em adubo. 


Como dar o devido descarte ao lixo:


Compostáveis: são os lixos orgânicos, como restos de alimentos, palitos de madeira (de dente, picolé, fósforo), cascas de frutas e de ovos. É recomendável que sejam enterrados em casa, sendo uma forma de produzir adubo.

Recicláveis: plástico, papel, papelão, vidro, metal. No caso de embalagens de alimentos, é preciso fazer uma higienização mínima para tirar o excesso de comida. Esses materiais devem ser destinados a coleta seletiva e podem ser colocados em um mesmo saco de lixo, pois mais tarde, passarão por uma triagem nas cooperativas de reciclagem.

Não reciclável: Fraldas, papel higiênico, absorvente, lenços úmidos, fio dental, chiclete e fitas adesivas. Esses são os materiais que devem ir para os aterros sanitários.

Perigosos: pilhas, bateria, lâmpada, latas de tinta, solventes, lubrificantes, resíduos de radiologia, produtos eletroeletrônicos sem conserto e medicamentos vencidos. Devem ser depositados em pontos de coleta próprios que devolverão os produtos aos fabricantes. Por lei, as indústrias devem oferecer uma logística reversa para então dar um descarte adequado.



Fonte: Viviane Antunes/ Comunicação

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