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Palavra do Bispo
 
02.Out - Padres, construtores da Igreja viva
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Dom Francisco Carlos Bach - Bispo da Diocese de Joinville


Minha vida na Diocese de Joinville tem sido uma bênção. E entre tantas razões, além do carinho  da vida consagrada e dos nossos queridos cristãos leigos e leigas, destaco a presença e o ministério dos nossos sacerdotes. Posso escrever, sem medo de errar, que a minha positiva ansiedade em chegar na diocese foi suplantada pela acolhida e carinho de todos. Sinto-me como se estivesse aqui há muitos anos.


 


Destaco, neste artigo, o meu apreço pelos sacerdotes. Na primeira semana de outubro, entre os dias 3 e 5, tive a alegria de encontrar-me com todos os sacerdotes que exercem seu ministério em nossa Diocese. Em clima de fraternidade presbiteral, analisamos e tomamos várias decisões, nos mais diversos campos da vida pessoal do presbítero e da organização pastoral da Diocese de Joinville.


 


O padre merece todo o carinho e respeito de cada um de nós, pois está configurado a Jesus Cristo na missão de guiar o Povo de Deus. Sua motivação de vida provém de sua identidade: sacerdote do Senhor. O modo como Jesus Cristo viveu torna-se modelo de vida, no testemunho e na entrega total. Padre da Igreja onde ela queira e como queira. Não é funcionário da Igreja da Jesus Cristo mas, a seu chamado, ao aceitar o ministério sacerdotal, foi consagrado para servir a Igreja e não servir-se dela. 


 


Ao receber o sacramento da ordem no grau do presbiterado, o sacerdote ganha uma nova família: o presbitério. Não basta ser padre, é necessário ser padre com outros padres. O próximo mais próximo de um padre é outro padre. É ele o irmão a ser amado, cuidado, respeitado e protegido. Entre tantos meios da construção da fraternidade sacerdotal, em razão do encontro acontecido no início de outubro, destaco o testemunho e a unidade na ação pastoral. O que a caminhada pastoral determina torna-se missão pessoal de cada sacerdote, ou seja, após decisão pastoral ninguém tem o direito de conduzir a paróquia do seu jeito.  E os meus queridos padres, numa atitude humilde e generosa, assumiram tal compromisso.


 


            Agradeço a Deus pelos sacerdotes que, neste momento da história, são testemunhas vivas do amor de Deus. Admiro a capacidade que possuem de doar-se, sem reservas, a serviço do Povo de Deus, nas mais diversas funções. Aliás, não é a função que determina o valor do padre; o que importa é disponibilizar os dons recebidos onde Povo de Deus necessite.


 


            Entre os vários projetos refletidos e assumidos pelo nosso corpo sacerdotal, destaco um deles: a cultura vocacional com o projeto “Em cada comunidade uma nova vocação”. Na paróquia o pároco é o protagonista, auxiliado pelos demais vigários paroquiais. Concretamente, em cada momento de oração, em cada reunião eclesial, de trabalho ou espiritualidade, será rezada, no mínimo, uma dezena do terço, para que o Senhor suscite vocações à vida sacerdotal e religiosa. Os “guardiões”, aqueles que estarão atentos em cada uma das comunidades da Paróquia para que a oração nunca cesse, serão os Ministros extraordinários da sagrada Comunhão. A messe é grande e os operários são poucos. A Diocese de Joinville tem uma responsabilidade missionária: formar padres para auxiliar outras dioceses em nosso Brasil e até fora dele. Assim sendo, meu caro leitor, este projeto passa a ser responsabilidade pessoal de cada cristão católico da Diocese de Joinville. A Igreja de Jesus conta com seu gesto amoroso pelas vocações sacerdotais e religiosas. Deus o abençoe generosamente.


 


 


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