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Palavra do Bispo
 
01.Out - VAGAS ABERTAS PARA MISSIONÁRIOS
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O Papa Paulo VI, em dezembro de 1975, publicou uma Exortação Apostólica que é um dos marcos basilares quando o assunto é evangelização. Chama-se “Evangelii Nuntiandi”, dirigida aos fiéis de toda a igreja sobre a evangelização no mundo contemporâneo. A Exortação papal é fruto da Assembléia Geral do Sínodo dos Bispos, realizada no ano anterior em Roma, que buscou dar respostas a três questões: “O que é que é feito, em nossos dias, daquela energia escondida da Boa Nova, suscetível de impressionar profundamente a consciência dos homens? Até que ponto e como é que essa força evangélica está em condições de transformar verdadeiramente o homem deste nosso século? Quais os métodos que hão de ser seguidos para proclamar o Evangelho de modo que a sua potência possa ser eficaz?”


O Papa Francisco, em sua mensagem para o Dia Mundial das Missões deste ano, afirma que “a missão da Igreja, destinada a todas as pessoas de boa vontade, funda-se sobre o poder transformador do Evangelho. Este é uma Boa Nova portadora de uma alegria contagiante, porque contém e oferece uma vida nova: a vida do Cristo ressuscitado”.  A ressurreição de Jesus “contém uma força de vida que penetrou o mundo. Onde parecia que tudo morreu, voltam a aparecer por todo o lado os rebentos da ressurreição. É uma força sem igual” (EG 276).


Voltando os olhos a Jesus Cristo, o evangelizador do Pai, cabe agora à Igreja, a quem o  Senhor deu a missão evangelizadora, seguir seus passos. O próprio Jesus Cristo afirma de si: “Eu devo anunciar a Boa Nova do Reino de Deus... é para isso que fui enviado" (Lc 4,43). É através da Igreja que Jesus Cristo continua a evangelizar, a realizar a “sua missão de Bom Samaritano”, nas palavras do nosso Romano Pontífice.


A evangelização não se restringe às comunidades eclesiais, mas procura modificar, pela força do Evangelho, os critérios de julgamento, as linhas de pensamento, as fontes inspiradoras e os modelos de vida da humanidade que se apresentam em contraste com a Palavra de Deus. A evangelização há de conter sempre, ao mesmo tempo como base, centro e ápice do seu dinamismo, a proclamação clara que, em Jesus Cristo, Filho de Deus feito homem, morto e ressuscitado, a salvação é oferecida a todos os homens, como dom da graça e da misericórdia do mesmo Deus.


            Quem é que tem a missão de evangelizar? O Concílio Ecumênico Vaticano II respondeu claramente a esta pergunta: "Toda a Igreja é missionária, a obra da evangelização é um dever fundamental do Povo de Deus" (AG 35). Se o Papa Paulo VI, na Evangelli Nuntiandi, exortava-nos a possuir  um zelo evangelizador, fruto de uma verdadeira santidade de vida, alimentada pela oração e sobretudo pelo amor à Eucaristia, agora o Papa Francisco convoca-nos a “sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho” (EG 20).


            Concluo com as mesmas palavras do Papa Francisco em sua mensagem para o Dia Mundial das Missões 2017: “Que a Virgem (Maria) nos ajude a dizer o nosso “sim” à urgência de fazer ressoar a Boa Nova de Jesus no nosso tempo; conceda-nos um novo ardor de ressuscitados para levar, a todos, o Evangelho da vida que vence a morte; interceda por nós, a fim de podermos ter uma santa ousadia de procurar novos caminhos para que chegue a todos o dom da salvação”.


 


 


 


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