PARÓQUIAS
Paróquia Cristo Ressuscitado | Floresta
 
A Paróquia
Paróquia Cristo Ressuscitado | Floresta

A Comunidade Cristo Ressuscitado foi desmembrada do Santuário Sagrado Coração de Jesus e transformou-se em paróquia no ano de 1974, por Dom Gregório Warmeling. Dentro disso nasceram também as Comunidades Eclesiais de Base (CEB’s) em Joinville. Deu início a muitos trabalhos dentro dessa concepção da pastoral engajada na situação dos pobres com a situação dos oprimidos. Naquele tempo empregava-se essa linguagem, a pedagogia dos oprimidos.

As CEB’s eram uma forma organizada de reunir moradores de uma região para discutir questões relevantes para as comunidades, relacionadas à miséria. Em Joinville, no Bairro Boa Vista, a invasão dos mangues era um grave problema habitacional onde atuavam Pastoral Operária (PO) e a Comissão Pastoral da Terra (CPT). O trabalho dessas pastorais confunde-se na história das CEBs de Joinville com a intervenção na formação de movimentos populares.

Hoje, a Paróquia Cristo Ressuscitado está com nove comunidades e tem a frente há dois anos o padre José Irineu Victor, que está trabalhando as cinco urgências na missão evangelizadora da CNBB. As cinco urgências se caracterizam como tarefas da Igreja nestes próximos anos por meio de orientações de como viver a Igreja em nossos dias, de como evangelizar. A primeira urgência é “Estado Permanente de Missão”, segunda “Iniciação à Vida Cristã”, terceira “Animação Bíblica da Vida e da Pastoral”, quarta “Comunidade de Comunidades” e quinta “A Serviço da Vida”.

O principal projeto da paróquia é o Centro Paroquial de Pastoral. “Há 40 anos não existe uma sala de reunião que é defasagem gritante pra poder evangelizar”, conta padre José Irineu. A construção do centro está orçada em R$ 1 milhão, vai abrigar todos os movimentos e pastorais da paróquia e é intitulado como Centro de Pastoral “Maria Mãe da Igreja”.

Padre José Irineu preza muito pelo patrimônio da paróquia e sugere a todas as comunidades reformas ou melhoramentos na estrutura. “Oriento para que a cada dois anos cada comunidade tenha um investimento local seja na pintura, forro ou altar”, explica o pároco. A criação da Pastoral da Sobriedade também é uma novidade na paróquia e está respondendo as cinco urgências da Igreja. “Vejo pessoas satisfeitas e agradecidas pela pastoral ter sido iniciada e ajudando muitas pessoas”, relata.

Outras pastorais como a Social foram fortalecidas com o apoio da comunidade. Alimentos são arrecadados nas celebrações, são visitadas as famílias carentes e clubes de mães entre outros grupos que possam atuar como colaboradores na missão social. A Pastoral do Dízimo tem sido assessorada com formações e motivações de conscientização das comunidades. “Temos equipes boas investindo na conscientização do dízimo e manutenção do mesmo nas comunidades”, diz o padre.

De acordo com padre José Irineu, a Paróquia Cristo Ressuscitado pode ser considerada como de médio porte dividida em quatro comunidades pequenas e quatro médias, mais a matriz. “Hoje temos três diáconos, um padre e um frei capuchinho e estamos muito bem assistidos pelos ministros celebrantes”, afirma. O padre acredita que a paróquia terá melhoras visíveis dentro de dois anos porque terão espaço para exercer pastoralmente as atividades.

A participação celebrativa é um destaque da paróquia. Segundo o pároco, as igrejas estão cheias e o povo é participativo. A juventude é atuante e organizada e recebe grande incentivo das lideranças. Nos Grupos Bíblicos de Reflexão a paróquia tem como novidade a visita dos diáconos aos grupos todas as terças-feiras. “Percebemos que só a missa nos grupos não dá resultado então vamos investir com os três diáconos para criar grupos mais consolidados”, explica.

As dificuldades da paróquia equiparam-se às da diocese como, por exemplo, poucas lideranças. Para o padre José Irineu esse fator está ligado ao sistema atual da família que busca pouco envolvimento com a Igreja. “A Igreja precisa respirar as cinco urgências. Se fizermos isso de fato, estaremos vivendo o anúncio do Reino”, completa.

 
O Padroeiro
O Padroeiro

Ressurreição de Cristo - fundamento da nossa fé. É a primeira, a mais importante Verdade maior. Com a proclamação da Ressurreição de Jesus Cristo, os Apóstolos iniciavam seus sermões. Assim como com a morte de Cristo na Cruz foi realizada a purificação dos nossos pecados, também com a Sua Ressurreição nos foi dada a vida eterna. É por isso que para as pessoas de fé a Ressurreição de Cristo é a fonte da alegria constante, incessante júbilo, alcançando seu cume na festa da Santa Páscoa Cristã.

Acontecimentos da Ressurreição

Provavelmente não existe uma única pessoa no mundo que não tenha ouvido falar a respeito da morte e Ressurreição do Nosso Senhor Jesus Cristo. Mas, naquele tempo, quando os fatos de sua morte e Ressurreição foram tão amplamente conhecidos, sua essência espiritual e seu sentido interior surgem como mistério da sabedoria de Deus, justiça e Seu amor infinito. Os maiores cérebros humanos, com impotência inclinavam-se perante esse mistério inconcebível da salvação. Não obstante, os frutos espirituais da morte e Ressurreição do Salvador são acessíveis à nossa fé e sensíveis ao coração. E graças à capacidade que nos foi dada de percebermos a luz espiritual da verdade Divina, somos convictos de que o Filho Encarnado de Deus em verdade morreu voluntariamente na Cruz para a purificação dos nossos pecados e ressuscitou para nos dar a vida eterna. Sobre esta convicção está baseada toda nossa concepção religiosa.

Agora, resumindo, vamos nos recordar dos principais acontecimentos ligados à Ressurreição do Salvador. Conforme narram os evangelistas, Nosso Senhor Jesus Cristo morreu na Cruz na Sexta-feira, perto das 3 horas após o almoço, na véspera da páscoa hebraica. Naquela mesma noite, José de Arimatéia, um homem rico e honrado, juntamente com Nicodemus tiraram o corpo de Cristo da Cruz, ungiram-No com substâncias aromáticas, envolveram com linho (Sudário), conforme as tradições judaicas e sepultaram numa gruta de pedra. Essa gruta foi cortada por José para seu próprio sepultamento, mas por amor a Jesus cedeu-a. A referida gruta encontra-se no jardim de José, perto de Golgotá, onde Cristo foi crucificado. José e Nicodemus eram membros de Sanedrion (a corte suprema judaica) e ao mesmo tempo eram discípulos secretos de Cristo. A entrada da gruta, onde eles sepultaram o corpo de Jesus, foi fechada com uma enorme pedra. O sepultamento foi feito rapidamente e não conforme as leis, pois nessa noite iniciava-se a celebração da páscoa hebraica.

A despeito da celebração no Sábado de manhã, os sacerdotes e escrivães foram até Pilatos e pediram sua autorização para colocar soldados romanos para guardarem o túmulo. Foi colocado um lacre na pedra que fechava a entrada do sepulcro. Tudo isto foi feito como precaução, pois eles se lembraram das predições de Jesus Cristo, que Ele ressuscitaria no terceiro dia de sua morte.

Onde esteve o Senhor e Sua alma após Sua morte? Conforme a crença da Igreja, Ele desceu ao inferno junto com Seu sermão salvador e retirou de lá aqueles que acreditavam Nele (1 Ped. 3:19).

No terceiro dia após Sua morte, no Domingo, de manhã cedo, quando ainda estava escuro e os guardas se encontravam em seu posto na sepultura lacrada, o Senhor Jesus Cristo Ressuscitou dos mortos. O mistério da Ressurreição, assim como o mistério da encarnação, - são inconcebíveis. Com a frágil mente humana, nós entendemos esse acontecimento da seguinte maneira: que no momento da Ressurreição a alma do Filho de Deus voltou ao Seu corpo, e em conseqüência o corpo reviveu e ficou imortal, vivificado e espiritualizado. Depois disto, o Cristo ressuscitado deixou a caverna sem derrubar a pedra e sem violar o lacre. Os guardas não viram o que aconteceu na caverna, e após a Ressurreição de Cristo continuavam vigiando o túmulo vazio. Em seguida aconteceu um terremoto, e então um Anjo de Deus desceu do céu, afastou a pedra da entrada do túmulo e sentou-se sobre ela. Ele tinha a aparência de um raio e sua roupa era alva como a neve. Os guardas, assustados com o Anjo, fugiram.

Nem as esposas dos produtores de mirra, nem os discípulos de Cristo, sabiam de nada do acontecido. Como o sepultamento de Cristo foi feito rapidamente, as esposas dos produtores de mirra combinaram que iriam ao túmulo no dia seguinte ao dos festejos da páscoa hebraica, ou seja, no Domingo, e terminariam a unção do corpo do Salvador com aromas e bálsamos. Elas inclusive não tinham conhecimento dos guardas romanos nem do selo. Quando a aurora começava a surgir, Maria Madalena, "outra" Maria, Salomé e algumas outras mulheres honradas foram até o túmulo levando a mirra perfumada. Pelo caminho, elas refletiam perplexas: "Quem irá retirar a pedra do túmulo?" - pois, conforme explica o Evangelho, a pedra era imensa. A primeira que se aproximou do sepulcro foi Maria Madalena. Vendo a sepultura vazia, ela correu para trás até aos discípulos Pedro e João e contou-lhes a respeito do desaparecimento do corpo do Mestre. Um pouco mais tarde chegaram ao túmulo outras portadoras de mirra. Elas viram um jovem vestido de branco sentado do lado direito do túmulo, o qual lhes disse: "Não se assustem, posto que sei que vocês procuram pelo Cristo crucificado. Ele Ressuscitou. Andem e digam aos discípulos Dele que eles O verão na Galiléia." Emocionadas com a notícia inesperada, elas apressaram-se para ir ter com os discípulos.

Entretanto os Apóstolos Pedro e João, tendo ouvido de Maria sobre o acontecido, vieram correndo à caverna: Porém, tendo encontrado ali apenas a mortalha e o tecido o qual estava na cabeça dé Jesus, voltaram perplexos para casa. Depois disso Maria Madalena voltou ao local do sepultamento de Cristo e começou a chorar. Nesse momento ela viu na sepultura dois Anjos vestidos de branco, os quais estavam sentados - um à cabeceira, outro aos pés, de onde estivere deitado o corpo de Jesus. Os Anjos perguntaram-lhe: "Por que você está chorando?." Após ter respondido aos Anjos, Maria voltou-se e viu Jesus Cristo, mas não o reconheceu. Pensando que se tratava de um jardineiro, ela perguntou: "Meu senhor, se você O retirou (Jesus Cristo) então diga onde O colocou e eu O pegarei." Então, o Senhor disse para ela: "Maria!." Ao ouvir a voz conhecida e tendo se voltado para Ele, ela reconheceu a Cristo e gritou: "Mestre" e jogou-se a Seus pés. Mas o Senhor não permitiu que ela O tocasse, mas ordenou que fosse ter com os discípulos e lhes contasse sobre o milagre da Ressurreição.

Nessa mesma manhã os guardas chegaram até aos sumo-sacerdotes e lhes relataram a respeito da aparição do Anjo e da sepultura vazia. Essa notícia deixou as autoridades judaicas muito agitadas: Cumpriram-se seus pressentimentos inquietantes. Agora para eles antes de mais nada, era necessário preocupar-se para que o povo não acreditasse na Ressurreição de Cristo. Tendo reunido o conselho, eles deram muito dinheiro aos soldados ordenando que propagassem e espalhassem o rumor dizendo que os discípulos de Jesus à noite, na hora em que os guardas dormiam, roubaram Seu corpo. Assim fizeram todos os guardas, e o boato sobre o roubo do corpo do Salvador se manteve por longo tempo entre o povo, e até hoje é chamado o dicha mentira.

No primeiro dia de Sua Ressurreição, o Senhor apareceu algumas vezes aos seus discípulos, os quais se escondiam individualmente ou em pequenos grupos em diversos lugares de Jerusalém. De acordo com as tradições da Igreja, Cristo primeiramente apareceu à Sua Mãe e com isto consolou Sua aflição materna. Depois, o Senhor apareceu às outras esposas dos feitores de mirra, lhes dizendo: "Alegrem-se!" Elas, por sua vez, se apressaram em dividir esta alegria com outros Apóstolos. Nesse mesmo dia o Senhor apareceu ainda para o Apóstolo Pedro e a dois discípulos - Lucas e Cléofas que estavam a caminho de Emaús. À noite Ele apareceu para todos os Apóstolos, os quais estavam reunidos para condenar os boatos sobre Sua Ressurreição. Com medo dos judeus, eles se trancaram em uma das casas de Jerusalém (pela tradição na sala onde aconteceu a Santa Ceia e onde sete semanas após a Páscoa o Espírito Santo desceu sobre os Apóstolos).

Depois de uma semana, o Senhor novamente apareceu aos Apóstolos, incluindo Tomé, o qual estava ausente na primeira aparição do Salvador. Para dispersar as dúvidas de Tomé a respeito de Sua Ressurreição, o Senhor permitiu que ele tocasse Suas chagas, e Tomé, agora convencido, caiu aos Seus pés, exclamando: "Meu Senhor e meu Deus!" Conforme narram os evangelistas, durante o período de quarenta dias após Sua Ressurreição, o Senhor ainda apareceu algumas vezes aos Apóstolos, conversou com eles e dava-lhes as últimas instruções. Um pouco antes da Sua Ascensão o Senhor apareceu para mais de cinqüenta crentes.

No quadragésimo dia após Sua Ressurreição o Senhor Jesus Cristo, na presença dos Apóstolos subiu aos céus e desde então Ele está sentado à "direita" de Seu pai. Os Apóstolos, encorajados com a Ressurreição do Salvador e Sua gloriosa Ascensão, voltaram à Jerusalém para aguardar a descida do Espírito Santo sobre eles, conforme lhes prometeu o Senhor.

 

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