PARÓQUIAS
Paróquia Nossa Senhora de Belém | Escolinha
 
A Paróquia
Paróquia Nossa Senhora de Belém | Escolinha

A história da Paróquia Nossa Senhora de Belém, localizada na Rua Universidade, 110 no bairro Escolinha, em Joinville/SC, começou no início da década de 1990. Mais precisamente no ano de 1991, diversas pessoas da região onde fica hoje a paróquia se reuniram para discutir e refletir sobre palavras do evangelho, formando assim Círculos Bíblicos. Como o número de pessoas crescia a cada encontro, aqueles que estavam envolvidos com os encontros sentiram a necessidade de se formar uma comunidade.
Após diversos locais diferentes de celebrações, ficou decidido que o terreno para a construção da futura igreja seria no local onde hoje está construída. A comunidade ainda sem nome e pertencente à Paróquia Cristo Ressuscitado, passou a se chamar Comunidade Nossa Senhora de Belém em 1992. Durante todo esse período e também posteriores, houve diversas festas e eventos para arrecadação de dinheiro em prol da construção da igreja. Com o prédio pronto, a comunidade passou a ser paróquia no dia 24 de dezembro de 1999. Hoje a Paróquia Nossa Senhora de Belém conta com cinco comunidades: São Francisco de Assis, Sagrado Coração de Maria, Cristo Rei, Cristo Libertador e Nossa Senhora Aparecida.
Pe. Fabio Almeida Santos é o vigário da paróquia, administrada por Pe. Jorginho, há dois meses e conta que encontrou uma comunidade comprometida. “Todos estão sempre ao lado do padre e por isso me sinto muito bem aqui”, conta Pe. Fabio. A paróquia passa por diversas melhorias estruturais como a reforma do salão paroquial, nova iluminação e pintura. Além disso, o sacerdote destaca que pela primeira vez a igreja contará com uma imagem da padroeira, a qual já foi adquirida. “O povo ama essa paróquia e tudo está sendo feito pra deixar o ambiente ainda melhor”, conta. Um novo projeto de estrutura está sendo feito e deixará futuramente a paróquia mais moderna e acessível. Sempre auxiliando nos trabalhos paroquiais, diácono Francisco de Assis Braga, o popular Chadeco, está há 16 anos na paróquia. Com 78 anos e diácono há 43, ele é uma referência para todos na comunidade. Feliz, Chadeco diz que se sente realizado por estar a tanto tempo no local. “É uma comunidade ótima, muito querida e eu estou aqui para cumprir minha missão”, diz.

Pastorais e Festa da Padroeira
Atualmente a paróquia conta com 15 pastorais e Pe. Fabio destaca a Catequese, Dízimo e o reforço dado na Pascom. Outra que tem um destaque importante é a Pastoral da Pessoa Idosa. Para o vigário as pastorais são fundamentais na comunidade. “As pastorais são chamas de esperança e o bairro tem essa necessidade”, destaca o padre. A tradicional Festa da Padroeira acontece sempre no mês de maio e movimenta todas as comunidades.

 
O Padroeiro
O Padroeiro

A desconhecida Belém de Judá, pequena aldeia no tempo de Cristo, tornou-se famosa em todo o mundo por ter sido o berço do Salvador, iniciando-se ali uma nova era para a humanidade. Apesar de a Judéia ser um estado vassalo de Roma na época de Herodes, somente após a queda de Jerusalém, no ano 70, ela passou a fazer parte do Império Romano. O imperador Constantino, convertido ao cristianismo, mandou em detalhe da imagem esculpida edificar no ano 330, sobre a gruta da Natividade, uma basílica, cujos belos mosaicos representando os antepassados de Jesus e os profetas que anunciaram o seu nascimento a celebrizaram como um dos principais monumentos artísticos da Cristandade.
Havia no templo uma imagem bizantina da Virgem Santíssima, que se tornou conhecida com o título de Santa Maria de Belém. Seu culto se espalhou pela Europa, chegando a Portugal através de religiosos e peregrinos que estiveram na Terra Santa.
No início do século XV, o infante D. Henrique, fundador da Escola de Sagres e grande incentivador das navegações portuguesas, mandou construir na praia do Restelo, em Lisboa, uma igreja dedicada àquela invocação. Dizia ele que, assim como a estrela de Belém guiou os Reis Magos até a manjedoura onde se achava o Menino Deus, assim também a Senhora de Belém ajudaria a encontrar novas terras e o caminho para as Índias.
Foi ali, na pequena ermida do Restelo, que Vasco da Gama, antes de seguir à procura das Índias em 1497, passou a noite em oração e assistiu à Santa Missa. O Gama conseguiu êxito completo em sua arriscada travessia marítima, chegando são e salvo à lendária Calicut, onde foi recebido pelo Samorim. Em agradecimento à proteção da Soberana dos Mares, el-rei D. Manuel transformou a humilde capela de Santa Maria de Belém no suntuoso mosteiro conhecido atualmente como “Os Jerônimos”, uma das obras-primas da arquitetura manuelina.
Desde então as grandes expedições marítimas eram precedidas de solene cerimônia religiosa na magnífica igreja da Protetora dos Navegantes. Pedro Álvares Cabral, antes de iniciar sua viagem de descobrimento, ali assistiu à Santa Missa e seguiu como rei em procissão até o cais, onde a frota, pronta para zarpar, salvou com entusiasmo seu soberano e seu comandante.
Trazida para o Brasil pelos primeiros povoadores, esta invocação da Mãe de Deus teve muitos devotos em todo o território nacional, principalmente em Itatiba (SP) e Belém do Pará, que lhe dedicaram suas paróquias.
No Natal de 1615 o capitão-mor Francisco Caldeira Castelo Branco partiu de São Luís do Maranhão com três navios e 150 homens, para ocupar o Amazonas. Em janeiro desembarcou na foz daquele rio, na formosa baía do Guajará, onde erguei o Forte do Presépio, fundando uma povoação que mais tarde recebeu o nome de Santa Maria de Belém do Grão-Pará.
Alguns anos depois, Castelo Branco entrou em conflito com a tropa e, devido à violência com que tratou seus oficiais, foi preso, demitido do cargo de capitão-mor e levado para Portugal. Os indígenas aproveitaram-se da desunião entre os conquistadores, cercaram a vila e nela penetraram matando velhos, mulheres e crianças. O historiador sacro Frei Agostinho de Santa Maria, em seu livro publicado em 1722, afirmava que o nome de Nossa Senhora de Belém teria sido dado à Padroeira da cidade “em memória dos Santos Inocentes que em Belém foram degolados por amor a Jesus, a quem Herodes também pretendia matar”.
Na capital paraense os festejos da Protetora se realizam a 1º de setembro, na Sé que durante muito tempo esteve sob o orago de Nossa Senhora da Graça. Somente em fins do século passado, devido a uma promessa feita pelo Bispo D. Macedo Costa, a Catedral foi entregue a Santa Maria de Belém numa cerimônia solene, perpetuada em artísticos painéis na abóbada do templo.
Na fachada daquela igreja, uma das mais belas do Brasil Colonial, inspirada na arquitetura oficial da corte de Lisboa na época de D. João V, pode-se admirar uma enorme efígie da Virgem Maria com o Menino Jesus já grandinho, sentado em seu colo e abraçando sua Mãe. Sobre o altar-mor, além de bonita imagem semelhante à da fachada, existe uma grande tela, executada por pintor português, representando o presépio de Belém, como recordação do nome dado ao forte, do qual se originou a pitoresca cidade das mangueiras. Entretanto, a tradicional escultura barroca da Padroeira, que antigamente se encontrava em rico altar de talha aperolada e dourada, está atualmente, segundo informação do escritor Leandro Tocantins, quase escondida em modesta peanha na ante-sala da sacristia, de onde sai apenas para as procissões organizadas em sua honra.
Viajando à procura do rio-mar, o capitão Francisco Caldeira Castelo Branco, guiado pela estrela do Natal, chegou ao local predestinado a ser o berço da civilização luso-brasileira no extremo norte do Brasil, a cidade de Santa Maria de Belém do Grão-Pará, porta de entrada da fabulosa Amazônia.

 

Horários

MISSA
  • Matriz | Quarta-feira | 19h30
  • Matriz | Missa da Saúde | Sexta-feira | 16h
  • Matriz | Domingo | 9h30 e 19h30
  • Matriz | Sábado | 19h30
 
ATENDIMENTO
  • Matriz | Atendimento do Pároco                           Terça-feira | 14h30 - 17h
  • Matriz | Atendimento do Pároco                                Quarta-feira | 8h às 11h30 - 14h30 às 17h30
  • Matriz | Atendimento do Pároco                         Sexta-feira | 8h às 11h30
 

Contato

Telefone: (47) 3465-3214
 
 
 
 
  • Rua Jaguaruna, 147 - Centro - Joinville/SC

  • 47 3451-3700

  • midiasocial@diocesejoinville.com.br

  • Acessar o Webmail

  • Copyright © 2018 Diocese de Joinville. Todos os direitos reservados.