PARÓQUIAS
Paróquia São Sebastião - Iririú
 
A Paróquia
Paróquia São Sebastião - Iririú

A história da Comunidade eclesial começou por volta de 1940. Monsenhor Sebastião Scarzello foi quem deu origem a Comunidade e no início a missa era celebrada a cada dois meses, na casa do senhor Monteiro. Ali as famílias se reuniam para rezar o terço, para novenas, para confraternização, etc.

Em 1950, Manoel de Miranda Coutinho doou uma área de terra para a construção da primeira Capela. A primeira Igreja era um rancho de pau-a-pique, coberta com palhas e foi inaugurada em 20 de janeiro de 1951 - Festa de São Sebastião – a partir daí as construções foram se intensificando. Pelo ano de 1956, concluiu-se a construção da capela, agora de alvenaria. A Comunidade era assistida pelos Padres da Catedral, pois pertenceu a Paróquia da Catedral até o ano de 1961. A partir deste ano, nossa Comunidade passou a pertencer a Paróquia Santo Antônio e era atendida pelos Padres Salesianos

De 1966 em diante, Padre Valente Simeoni começou a atender a Comunidade com mais intensidade, mesmo pertencendo a Paróquia Santo Antônio. Em 20 de janeiro de 1967, a Comunidade São Sebastião passou a ser Paróquia e o Padre Valente foi nomeado o primeiro Pároco. Ele deixou a Congregação Salesiana e passou a ser Sacerdote Diocesano.

 
O Padroeiro
O Padroeiro

São Sebastião nasceu em Narbonne, os pais eram oriundos de Milão, na Itália, do século terceiro. São Sebastião, desde cedo, foi muito generoso e dado ao serviço. Recebeu a graça do santo batismo e zelou por ele em relação à sua vida e à dos irmãos.

Ao entrar para o serviço no Império como soldado, tinha muita saúde no físico, na mente e, principalmente, na alma. Não demorou muito, tornou-se o primeiro capitão da guarda do Império. Esse grande homem de Deus ficou conhecido por muitos cristãos, pois, sem que as autoridades soubessem – nesse tempo, no Império de Diocleciano, a Igreja e os cristãos eram duramente perseguidos –, porque o imperador adorava os deuses. Enquanto os cristãos não adoravam as coisas, mas as três Pessoas da Santíssima Trindade.

Esse mistério o levava a consolar os cristãos que eram presos de maneira secreta, mas muito sábia; uma evangelização eficaz pelo testemunho que não podia ser explícito.

São Sebastião tornou-se defensor da Igreja como soldado, como capitão e também como apóstolo dos confessores, daqueles que eram presos. Também foi apóstolo dos mártires, os que confessavam Jesus em todas as situações, renunciando à própria vida. O coração de São Sebastião tinha esse desejo: tornar-se mártir. E um apóstata denunciou-o para o Império e lá estava ele, diante do imperador, que estava muito decepcionado com ele por se sentir traído. Mas esse santo deixou claro, com muita sabedoria, auxiliado pelo Espírito Santo, que o melhor que ele fazia para o Império era esse serviço; denunciando o paganismo e a injustiça.

São Sebastião, defensor da verdade no amor apaixonado a Deus. O imperador, com o coração fechado, mandou prendê-lo num tronco e muitas flechadas sobre ele foram lançadas até o ponto de pensarem que estava morto. Mas uma mulher, esposa de um mártir, o conhecia, aproximou-se dele e percebeu que ele estava ainda vivo por graça. Ela cuidou das feridas dele. Ao recobrar sua saúde depois de um tempo, apresentou-se novamente para o imperador, pois queria o seu bem e o bem de todo o Império. Evangelizou, testemunhou, mas, dessa vez, no ano de 288 foi duramente martirizado.

 

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