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Realidade Eclesial na Diocese

Positivos:
1. Nosso catolicismo tem conotação de vivacidade e dinamismo, devido à migração de católicos provenientes do Sul do Estado, Alto Vale do Itajaí, Oeste Catarinense e Estado do Paraná, graças a opção de nossa Igreja pela teologia do Concílio Vaticano II, de Medellín, Puebla e Santo Domingo. Há, porém regiões de forte tradicionalismo.
2. Nossa história religiosa se caracteriza pelo ecumenismo, profetismo, ministerialidade e comunidades eclesiais de base, sendo que hoje sobressaem os grupos de reflexão, novas pastorais e formação de lideranças.
3. Há um grande esforço na promoção da formação geral do povo, das comunidades e das lideranças, mas a nível paroquial e comarcal há defasagens.
4. Aumentaram as vocações e a Diocese está organizando sua economia e sua infra-estrutura através da construção de Casas de Formação, Centro Diocesano de Pastoral, Lar dos Idosos, Albergues e Seminários.
5. Cresceram os movimentos e a abertura dos mesmos para a paróquia, a diocese, a doutrina social da Igreja, mas há ainda grandes resistências.
Negativos:

1. As paróquias são muito populosas, poucos sacerdotes, muita mobilidade de lideranças especialmente nos bairros.
2. O catolicismo nas grandes cidades situa-se mais fortemente nos bairros. Há grande necessidade de evangelização das realidades urbanas e dos meios de influência social e cultural. Por outro lado as televisões e rádios católicas influenciam o povo tanto positivamente como também criam conflitos pastorais.
3. A sacramentalização é ainda forte. O relacionamento de padres, bispo, leigos e leigas, lideranças é ainda conflituoso devido ao autoritarismo de ambos os lados. Falta a articulação das pastorais e dos movimentos.
4. Decaiu o profetismo, há muito preconceito quanto à ação transformadora, e por outro lado, a consciência missionária e o ecumenismo precisam crescer como também o conhecimento das diretrizes pastorais.
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